
Em 1968, com as agitações estudantis ecoando ao longe na narrativa, Antoine Doinel foi dispensado do quartel por indisciplina. Da sala do seu comandante ele vai direto para um bordel e emenda o percurso batendo na porta da casa da namorada Christine, que não vê ha seis meses. Daí por diante ele é despedido de um emprego atrás do outro e se movimenta com a habitual graça e apetite pela vida que o ator Jean Pierre Leaud imprimiu ao personagem, em cinco filmes do diretor François Truffaut . Beijos Roubados é delicado, ágil, um retrato poético e bem humorado da passagem da adolescência para a vida adulta. Ontem foi a quinta vez que vi o filme, e ele parecia fresco e convincente como em todas as outras.




February 25th, 2010 → 9:26 am @ Eduardo Motta
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