
Na última Bienal de Veneza, o argentino Tomás Saraceno, que vive e trabalha na Alemanha, apresentou esta teia colossal, que ele levou anos para desenvolver com o auxílio de astrofísicos, arquitetos e engenheiros.

O artista, que transita entre ciência, arte e arquitetura, investiga as matrizes construtivas da organização das galáxias e encontra similaridades entre estruturas que regem a formação do universo em escalas e contextos diferentes.

Para o novo trabalho no Museu Bonniers Konsthall em Estocolmo, ele trabalhou também com especialistas em aracnídeos, recriando em escala monumental uma teia da aranha Viúva Negra.

A instalação chama-se 14 Billion, e é uma experiência de forças em expansão geométrica recriada com elásticos negros em ambiente imaculadamente branco. Primeira imagem, Bienal de Veneza, as demais Bonniers Konsthall.




May 10th, 2010 → 9:06 am @ Eduardo Motta
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